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Academia de pilotos da Alpine pode chegar ao fim após caso Piastri

O programa conta com o brasileiro Caio Collet, entre outros pilotos apoiados pela marca francesa.


Por: Carla Zapelini, Setorista.


Foto: Divulgação/Caio Collet/Twitter

A novela envolvendo o australiano e a McLaren não caiu bem para a situação da equipe de Enstone, que pretende encerrar as atividades da sua academia.


O CEO, Laurent Rossi, afirmou que considera seriamente fechar seu programa de desenvolvimento de jovens talentos assim que cumprir as obrigações contratuais com os pilotos atuais.


"O problema é que isso torna o mercado muito fluido, e coloca em risco as partes interessadas que investem em alguém", esclareceu Rossi.

"Se você decidir que vai economizar dinheiro todo ano ao não investir em jovens pilotos, atraindo-os com o dinheiro economizado, está escolhendo um ponto de partida diferente. Não sei se quero continuar treinando estes pilotos, ou se terei que colocá-los em um contrato que pode não ser atrativo para eles. Como solucionar isso?", acrescentou.

"Agora estamos questionando se continuamos para além da leva atual de pilotos que temos, e cujos contratos vamos honrar até o fim das nossas obrigações, já que temos planos de longo prazo com eles. Nos perguntamos se aceitaremos novos pilotos, porque faríamos isso", encerrou o CEO da Alpine.

O programa possui quatro pilotos oficiais em sua academia: o brasileiro Caio Collet e o francês Victor Martins - que disputaram a F3 neste ano - além de Jack Doohan e Olli Caldwell, da Fórmula 2. A marca ainda possui outros pilotos filiados, incluindo o brasileiro Matheus Ferreira, que corre no kart.


Com 2023 se aproximando e a não confirmação de um segundo piloto para o assento de Fernando Alonso, a Alpine fará testes com pilotos na Hungria.

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