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Mercedes: Seus anos de soberania

Conheça a história da equipe alemã na maior categoria do automobilismo mundial.


Por: Anne Aguiar, Setorista.


Foto: Divulgação/Mercedes AMG F1

A história da Mercedes na Fórmula 1 começou no ano de 1954, tendo em seu time o argentino Juan Manuel Fangio - que conquistou pela equipe o campeonato daquele ano e o seguinte. Após alcançar tais feitos e depois do acidente trágico nas 24 Horas de Le Mans, a escuderia decidiu sair da categoria no final de 1955, tendo um hiato de alguns anos até seu retorno.


As Flechas de Prata, então, retornaram à Fórmula 1 como equipe própria apenas em 2010 e, de lá para cá, o time conquistou 15 campeonatos - entre os Mundiais de Pilotos e Construtores - ao longo desses quase 13 anos na categoria.


Parte do grande sucesso da Mercedes veio através da parceria com Lewis Hamilton, quem após passar pela McLaren, assinou com a escuderia alemã. Juntos desde 2013, os frutos começaram a chegar logo em 2014, quando o número 44 ganhou seu primeiro campeonato pelas Flechas, seguido por Nico Rosberg - companheiro de equipe naquela época - que conquistou o vice-campeonato.


Estando no topo desde então e sendo a equipe a ser batida, os últimos dois anos foram complicados, visto que o intenso ano de 2021 acabou com a hegemonia de Hamilton, além de um final de temporada que até os dias de hoje dá o que falar. Já em 2022, a batalha acirradíssima foi com a instabilidade do monoposto entregue para a dupla mercedista. Hamilton terminou a temporada sem conquistar uma pole position ou uma vitória - algo que o piloto nunca havia vivenciado em sua carreira - fazendo com que se tornasse uma das piores, quiçá a pior, temporada da parceria entre a Mercedes e o heptacampeão.


Atualmente, o time também conta com George Russell, que desde 2020 já era um nome cotado para substituir Valtteri Bottas. Russell, então, assinou definitivamente seu contrato em setembro de 2021 após passar três temporadas com a Williams. Mesmo com sua temporada de estreia cheia de altos e baixos por conta do W13, o jovem conseguiu mostrar que foi uma escolha certeira ao ter a oportunidade de assumir o assento da octacampeã mundial.


George se adaptou muito bem ao time, além de conseguir entregar grandes momentos em boa parte das 22 etapas disputadas. O piloto 63 encerrou o ano com chave de ouro quando, no Brasil, conquistou sua primeira vitória alcançando o quarto lugar no Mundial de Pilotos - superando seu companheiro de equipe.


Depois de alguns anos de soberania na maior categoria do automobilismo, a equipe alemã terminou o último campeonato na terceira colocação. Contudo, apesar dos pesares, expectativas são sempre criadas em relação à Mercedes e, neste momento, a espera é para saber o que o time - que já demonstrou querer voltar ao topo o mais rápido possível - entregará para seus pilotos e fãs em 2023.

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